quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Mãos à obra

Amanhã começo de vez a fazer minhas entrevistas para o projeto que participarei, o jornal quinzenal falando da reconstrução da cidade. Será uma matéria sobre as atuais condições da zona rural do município.

Obviamente farei um resgate de como as estradas e residências eram, como ficaram após a enchente, e como estão atualmente. Como boa parte do trabalho, essa fonte coincidirá com o meu trabalho de conclusão de curso, e por isso procurarei dissecar totalmente o assunto, falando de tudo o que ocorreu nas últimas semanas.

Devido ao jornal fiz uma pequena troca de horários no estágio. Minhas sextas-feiras serão exclusivamente destinadas ao trabalho no jornal, e compensarei as quatro horas de estágio desse dia em outros dias da semana. Um desentendimento hoje acabou não me levando à reunião do projeto hoje, apesar de ter afirmado que iria. Acabei indo à cidade, porém minha passagem foi rápida.

Imaginei a possibilidade de haver algo do tipo nessa primeira semana de trabalho, mas não há problemas. Amanhã irei cedo à cidade, e terei 13 horas na cidade para produzir meus trabalhos.

Esse dia a mais na cidade me permitirá passar mais tempo com a população, e me aprofundar em outros temas para o TCC, além dos que aproveitarei com a produção do jornal.

Em relação às orientações, não há como não ficar empolgado com o trabalho. Fico assustado com a velocidade de raciocínio que o professor Robson Bastos tem. Independente da exclusividade de uma novidade que eu apresente à ele, eu acabo ouvindo uma ideia maior e melhor.

Nessa última orientação ele se mostrou bastante empolgado com o trabalho. Fiz um espelho simples de como o projeto ficaria até o momento, e apresentei uma boa ideia, que surgiu em minha cabeça inesperadamente: inserir no livro fotos panorâmicas da cidade, e apontar a localização das residências e comércios dos meus entrevistados e os pontos mais conhecidos do município.

Como pretendo usar fotos de outros fotógrafos além das minhas, pedirei autorização para inserir imagens panorâmicas de quando a cidade estava alagada. O professor, em contrapartida, me sugeriu subir em um helicóptero e tirar novas fotos panorâmicas da cidade.

Antes que eu pudesse rir achando isso impossível, ele me indicou alguns conhecidos que poderão intermediar uma conversa e, eventualmente, conseguir esse voo para mim.

É difícil acontecer, mas, segundo ele, o Cavex (Centro de Aviação do Exército) de Taubaté e a Unitau têm um bom relacionamento, e se acharem o meu trabalho relevante, é possível ir além, literalmente. Vale a pena tentar.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Reunião

E para quem achou que hoje seria um dia tranquilo, me enganei completamente. Às 9 da manhã estava esperando o professor Felicio Murade, que me ligara ontem à noite falando do projeto, em frente à reitoria da universidade. Às 10:15 estávamos em São Luiz: eu, o professor Felicio, o assessor da reitora Edson Alves, a professora Angela Loures e a quase publicitária Cecilia (que esqueci o sobrenome).

Nos encontramos com dois jornalistas - Luiz Egypto e Judas Tadeu, e começamos a discutir o projeto. Em resumo, a ideia é produzir um jornal quinzenal acompanhando as ações que estão sendo ou serão tomadas no município. Sem puxar sardinha de ninguém. A impressão será realizada na Imprensa Oficial, e a independência de publicidade contribuirá para isso.

E, coincidência ou não, é um tema que semelhante ao que abordarei no meu trabalho de conclusão de curso. O professor Felicio só ficou sabendo do meu tema hoje cedo, quando tivemos tempo para conversar. Ele se assustou ao saber, pois só me chamara pelo fato de ainda constar no meu cadastro na faculdade como residente de São Luiz.

Eu serei um dos repórteres do jornal, e há a intenção de chamar mais um ou dois estudantes para acompanhar o município no âmbito jornalístico. Eles queriam um full-time para ficar no município, e não ficaram muito felizes de verem que eu não moro mais lá. Cogitaram negociar no meu estágio a possibilidade de passar alguns dias da semana no outro município. Queriam que eu ficasse um bom tempo afastado, mas não posso ser sacana a esse ponto com minha equipe de assessoria, que precisa dos estagiários pelo menos em alguns dias da semana, como quarta-feira, dia de sessão ordinária.

Eu pedi que conversassem para, no máximo, eu ficar um ou dois dias da semana em São Luiz, além do final de semana. Acredito que seja tempo suficiente para desenvolver a minha matéria quinzenal, visto que o jornal terá quatro páginas, e as matérias não poderão ser muito abrangentes. Mesmo um ou dois dias ainda me trazem peso na consciência.

De qualquer maneira, se houver um consenso benéfico para todos os lados ficarei contente. É uma oportunidade de ouro para conseguir ganchos para o meu trabalho, inclusive com as fontes que serão consultadas pelo jornal. Inclusive, Luis Egypto fora indicado pelo meu professor orientador Robson Bastos a ser entrevistado. Ele mal imaginava que eu trabalharia com o Egypto.

Definimos as pautas da primeira edição, e logo colocaremos mãos à obra. Falta definir vários detalhes, mas faremos isso enquanto trabalhamos.

Paralelo à nossa reunião, estava havendo uma outra reunião também na Casa Oswaldo Cruz, com vários especialistas, de várias áreas, que estavam dividindo setores a serem trabalhados para a reconstrução do município. A prefeita Ana Lucia também estava lá. Nossa reunião durou cerca de duas horas, e em seguida fomos acompanhar a outra reunião, que durou bem mais do que a nossa.

Dentre as pausas, quando eu cessava minhas anotações, tentava encontrar um momento para falar com a prefeita, porém ela, obviamente, era a pessoa mais ocupada ali. No final da reunião a vi em despedida dos outros que participaram da reunião, e logo eu terminara de conversar com o diretor de Turismo da cidade, Eduardo Coelho, ou Dudu, Ana Lucia passou por mim.

Fui atrás dela, pedindo um minuto de atenção, e ela respondeu sorrindo que estava correndo para outra reunião. Insisti em apenas um minuto de atenção, e ela consentiu. Me apresentei, expliquei que morei lá por três anos, e aparentemente ela ficou mais à vontade para conversar, perguntando em que parte da cidade eu morei, e de quem era filho. Ela reconheceu minha mãe, que trabalhara para um parente seu, e o meu tio, que possui uma pousada no município. Sem delongas, pedi a ela que aceitasse ser fonte do meu trabalho, ressaltando minha compreensão quanto ao fato de ela, obviamente, não ter muito tempo de sobra nesses tempos. Ela afirmou que fará o possível para ajudar, e indicou algumas fontes.

Cheguei quase duas horas atrasado no estágio, mas fiquei contente com as conversas improvisadas e a aquisição de novas fontes, principalmente pelo fato de ontem mesmo eu ter escrito que insistiria em um meio para conversar com a prefeita. Não há como não ficar otimista com o resultado do trabalho.

Já tenho um número razoável de fontes, e pretendo passar esse final de semana produzindo uma pauta suficiente para obter informações suficientes relacionadas ao primeiro bimestre desse ano.

Meus professores me chamaram de canto durante a reunião dos especialistas, falando para eu não cobrir tudo. Disseram que eu ficaria maluco de prestar atenção, gravar e anotar tudo. Obviamente não dei tanta importância a tudo o que disseram, porém fiz anotações suficientes para conseguir mais ganchos para minhas pautas. E isso tudo sem ficar (mais) maluco.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ruínas

Pretendo colocar fotos que tirei da casa em que morei, mas não as possuo no momento. Por enquanto, postarei algumas tiradas em fevereiro:

Para se ter uma ideia de como estão as doações no município, a prefeita publicou comunicado oficial pedindo a suspensão da doação de roupas e alimentos ao município. Em minhas penúltimoa visita ao município cheguei junto a uma van escolar cheia de doações. Na última visita, na hora de partir havia um caminhão lotado, acredito, que de doações que a população precisa.

O endereço do comunicado segue abaixo:

http://www.saoluizdoparaitinga.sp.gov.br/mensagem_imprensa.pdf

No momento a população precisa de outras doações. Como consta no site do município, são objetos de higiene pessoal, utensílios de cozinha, de cama, mesa e banho, móveis, eletrodomésticos, e remédios. Quando entrei no ginásio vi vários objetos desses, mas obviamente não o suficiente para suprir a necessidade de toda a população. Então peço que deem atenção a esse pedido da prefeitura. O pedido desses objetos pressupõe do pensamento de que parte dos munícipes estão voltando a suas residências, e precisam de utensílios básicos para voltarem a viver, na medida do possível, por conta própria.

Abaixo segue o link do site, que possui também uma relação dos remédios que a população mais precisa:

http://www.saoluizdoparaitinga.sp.gov.br/doacao.htm

Essa rua é o acesso principal de quem desce pelo denominado 'trevo de Ubatuba' para o centro histórico, ou para quem pretende subiro bairro São Benedito. Com essa entrada fechada, os carros conseguem acessar o centro histórico descendo o bairro São Benedito, ou entrando por outro trevo na rodovia Oswaldo Cruz, que dá acesso ao bairro Várzea dos Passarinhos.


Ou, para quem prefere arriscar, agora é possível passar de carro nesse trecho. Pelo menos neste fim de semana era. Mas não é tão fácil. Há ruas quebradas e montes de terra. Inclusive, saindo da rodoviária e andando por essa rua ajudei o dono de uma pousada a empurrar o carro dele, que ficou preso em um monte de terra. Então... bem, cuidado. Com humor infame, vendo essa placa e a situação da rua, foi inevitável pensar "é... passar por aqui, só voando".


As imagens seguintes mostram a situação das calçadas e ruas, que a cada dia que passam parecem desabar mais. Ao fundo da imagem da esquerda há uma capelinha, que foi parcialmente destruída. Colocarei uma imagem dela também.



Dois minutos depois o carro ao fundo havia dado a meia volta e ficou preso no monte de terra, mas acredito ser dispensável colocar imagem disso. Mas foi engraçado.


Essa é a visão que tive da escola Coronoel Domingues de Castro em minha penúltima visita. O muro da escola desaparecera. Aparentemente terminaram de tirar o que havia sobrado, pois duas semanas depois vi que o muro já estava sendo reconstruído. Os dois locais sem telhado na foto já estão ganhando novas telhas. Há prioridade na reparação das escolas, para que os estudantes retornem às salas de aula efetivamente, ao invés de ficarem em locais improvisados.

Há casas no centro histórico que ainda estão assim. Em minha penúltima visita, dava para acessar algumas das casas caídas. Neste final de semana, as ruínas já estavam isoladas. Em alguns lugares, parte do entulho diminuiu, porém no geral há MUITO que se limpar ainda. Acredito que não levará menos de um mês para o entulho das casas ser retirado. Isso porque nem incluí os entulhos da igreja matriz.

Essa foto foi tirada no bairro Várzea dos Passarinhos, em minha penúltima visita. A casa estava quase que totalmente caída, com muros inteiros ao chão. A curiosidade falou mais alto, passei por cima de alguns muros, enchi o pulmão de ar e respirei para aguentar o péssimo cheiro. Havia moscas por ali, e pelo fato de a casa ser num trecho afastado, fiquei com medo de ter alguma criatura peçonhenta nas ruínas. Tirei essa e algumas outras fotos e sumi dali.

As imagens a seguir são de um casarão situado no denominado 'Quatro cantos', próximo do local da Capela das Mercês. Discute-se reconstruir os casarões usando as mesmas técnicas empregadas antigamente, como taipa e pau-a-pique. Eu acho que isso é pedir para que as casas caiam de novo, e sem uma razão útil. As casas não serão mais patrimônio, não serão mais seculares, então ao menos refaçam-nas de modo a dar um pouco de segurança aos moradores.





O Mercado Municipal já está bastante limpo. Essa imagem é de minha penúltima visita à cidade, e nesse fim de semana eu notei que alguns comércios já voltaram a funcionar lá também. Aos poucos o comércio na cidade está se reestabelecendo, mas a questão não é apenas limpar, organizar o estoque e abrir as portas. Deve-se levar em consideração se, depois disso tudo, ainda haverá consumidores para determinado produto. As portas estão voltando a se abrir, e espero que não fechem.

Fontes

Um dos desafios para o trabalho de conclusão de curso é conseguir fontes. No meu caso, não me vejo entrevistando menos de 30 pessoas para escrever o livro. Muitas delas serão residentes do município, mas haverá historiadores, membros de órgãos do governo, voluntários, dentre outros.

Na visita que fiz no começo do mês tive um inusitado encontro com um grupo da universidade Mackenzie, já na hora de partir (eu e eles). Após um dia cansativo de caminhadas e conversas, cheguei à rodoviária para esperar a partida do ônibus com destino a Taubaté, e encontrei à frente um grupo uniformizado próximo a vários ônibus fretados.

Não pude perder a chance de conversar com eles, e eles se apresentaram. Infelizmente estávamos todos de partida, e não houve tempo para mais do que um minuto de conversa, mas eles me explicaram como entrar em contato com o grupo, e especialmente com o que visitara São Luiz. O grupo faz parte de um projeto de ação social que durante alguns dias do ano visita cidades para realizar trabalhos voluntários. Como me explicaram, São Luiz foi um à parte. Fizeram uma edição especial do projeto para ajudar o município. Mais de 100 pessoas vieram para fazer diversos trabalhos no município, inclusive braçais, limpando casas.

Fiquei contente com o contato, e por ver como as pessoas estão sendo solidárias com os munícipes. Espero que isso dure bastante tempo, pois a tendência é que a cidade caia no esquecimento, e os munícipes voltem a carecer de ajuda. Vou me esforçar para que isso não aconteça.

Apesar da cidade mais limpa, foi complicado andar por lá em minha penúltima passagem. Algumas das casas parcialmente de pé ainda não estavam isoladas, e tendo em câmeras em mãos não pude deixar de entrar em algumas delas. O cheiro da lama e da comida estragada voltaram à tona, e as emoções de ver tudo em minha casa destruído também. Na residência em que vivi havia flores vivas no quintal. Mesmo com o portão trancado, consegui vê-las no fundo devido à forte cor rosa. A casa estava abandonada há mais de um mês, e as flores permaneciam vivas. Parecia uma mensagem que dizia "esperança", e que me levou a chorar.

Em minha última visita à cidade, as flores não estavam mais vivas. Não importa, a boa mensagem é compreendida com apenas um olhar.

Em minhas duas visitas consegui fontes do município. São conhecidos meus, e sinto que por essa razão todos ficaremos mais à vontade: eu para perguntar, eles para responder. Edson e Joelma, donos de uma mercearia que eu e minha mãe frequentávamos, são duas das fontes. Conversei com Edson no final de semana, e por conhecê-lo, achei que estava correto em dizer "você perdeu o que tinha aqui na mercearia e em sua casa, né?"

Ele complementou. "Sim, perdi o que tinha aqui na mercearia, lá em casa, e também o que tinha na outra mercearia, no açougue lá do mercadão (Mercado Municipal), e em um depósito."

Deu vontade de falar palavrões. Se não me engano escapou um.

Outra fonte é o luthier e músico Silvio, que sempre me apoiou para conseguir um espaço com minha banda na cidade. Ele perdeu tudo o que tinha em casa, e não pode retornar para lá. Perdeu também o que possuía em sua loja, e agora está dormindo no andar de cima da casa. A loja foi reaberta recentemente.

Conversei com o coordenador da Defesa Civil no município, José Carlos, e ele aceitou ser entrevistado. Foi na simplicidade. "Pode vir a qualquer hora, que quando tiver uma brecha a gente conversa, não precisa marcar nada não."

Foi tranquilo em me dizer isso, apesar do que ele estava escutando nesse momento. Eu entrei na fila para conversar alguns segundos com ele, e todas as pessoas que estavam antes e depois de mim na fila estavam reclamando de uma suposta ausência no auxílio-aluguel dos moradores. Ele procurou acalmar as pessoas falando que haverá um novo cadastro, com critérios diferentes (pelo que entendi, o primeiro cadastro era para as situações mais críticas).

Passei também pela Prefeitura, crente de que seria em vão. Perguntei à atendente da possibilidade de conversar com a prefeita Ana Lucia, mas é óbvio que ela está sem tempo por ora. Ela me passou o contato do diretor de turismo da cidade, Dudu, que também conheço. Obviamente não vou desprezar o diretor de turismo da cidade, mas mais obviamente ainda não vou desistir de conversar com a prefeita. Eu farei o possível até para conversar com outros políticos. Quem sabe o Serra?

Por ora, é só. Meu professor orientador, Robson Bastos, me indicou outras fontes. Aliás, encontrarei com uma dessas fontes amanhã. Acabei ficar sabendo disso, após receber convite do professor Felício Murade para ir a São Luiz em uma reunião sobre um projeto de jornal que falará do que está acontecendo na cidade. Um dos professores que irá conosco foi indicado pelo Robson. Aliás, esse trabalho todo se encaixará com o meu trabalho. Ah, estou otimista com fontes...

(re)Começo

Começo agora este blog que vai falar do recomeço de São Luiz do Paraitinga, assunto do meu trabalho de conclusão de curso. Estou no último ano de jornalismo, e estudo na Universidade de Taubaté, ou Unitau.

Para começar, a razão de escolher o tema: morei na cidade por três anos. Foi uma mudança radical, pois vivi 18 anos em São Paulo, cidade dominada pelo stress, poluição, e locais cheios. No final de 2006 mudei com minha mãe para a cidadezinha, dominada pelos ceus estrelados e o barulho do rio próximo ao local em que morei.

No início do ano a cidade foi tomada por uma enchente devastadora, que destruiu muito do que as pessoas tinham. Algumas perderam tudo. Houve enormes prejuízos culturais, materiais, e históricos na cidade. Apesar de viver ao lado do rio, meu bairro era elevado em relação ao centro, e minha mãe sempre dizia "para chegar água aqui em casa, só pegando a cidade inteira". Acho que não preciso dizer muito mais.

As discussões relacionadas à reconstrução da cidade vem de diversos lados, como os grupos que querem a reconstrução histórica da cidade, ou os que querem que, da maneira simples possível, as pessoas tenham casas para morar o quanto antes. Na minha opinião, é claro, apesar de considerar o conjunto de casarões bonito, não vejo razões para fazer réplicas. Elas não serão mais patrimônio, mas enfim, por ora apenas apresentarei o tema.

Eu acompanharei a reconstrução do município por aproximadamente nove meses, que acredito ser o tempo apropriado para coletar informações para o trabalho, visto que a entrega do projeto deverá ser em outubro.

Mesmo com a conclusão do trabalho para apresentação na faculdade, minha intenção é continuar acompanhando os fatos no município até o começo do ano que vem, para completar um ano de fatos, e, quem sabe, publicar o trabalho como livro.

Acompanharei a reconstrução do município por diversas óticas: ações do governo, dos próprios munícipes, de voluntários, empresas, e qualquer um que participar de alguma maneira da ação.

Aqui relatarei minhas visitas ao município, entrevistas, e exibirei fotos que tirei, pretendendo, independente da estética da imagem, documentar a situação da cidade. A seguir, um post falando de minhas duas últimas passagens pelo município.